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Sopa De letras

Vinha à procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

Vinha à procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

Tenho andado aqui a pensar

Sobre o bebé que foi salvo do contentor

 Dei um trabalho aos meus alunos que consiste  em pararem de se criticar e insultar uns aos outros e escrever 3 qualidades que cada um dos colegas tem.  Têm tido imensas dificuldades. Eu própria fiz o exercício em casa  ( referente aos meus colegas, não aos alunos)e se para uns  foi muito fácil, para outros tive de me esforçar bastante.

A verdade é que parece que na nossa sociedade se tornou mais fácil, insultar, criticar, apontar o dedo  às falhas dos outros do que ver o lado positivo das pessoas e tentar  “calçar os sapatos dos outros”

 

Tenho andado aqui a pensar no caso do bebé que foi salvo do lixo e sabem o que me tem ocorrido?

Um sem  abrigo encontrou o bebé e  salvou uma vida, mas tirando uma manchete ou outra nos jornais e uma referência ao facto de ser este que deu o alerta, ninguém se interessou por ele. Começa logo por ser tratado pela imprensa por “um sem abrigo”. Certamente terá um nome, será que alguém se interessou pela história daquele homem, que numa das curvas da vida virou sem abrigo? Será que alguém se interessou em ajudá-lo e recompensá-lo por ter salvo uma vida?

 Afinal todos os louros foram para a equipa do INEM que sem lhes tirar o mérito cumpriram com a sua função, mas quem salvou a vida desta criança foi o  Homem que alertou para a situação ( sim não me enganei homem com H). Não merecia este Homem que também salvassem a  sua vida????

E a propósito  da mãe do bebé, muito se criticou muito se falou, mas alguém calçou os sapatos dela?

De acordo com a polícia Judiciária e  o IAC nem sequer apresentava sinais de toxicodependência. Sofrerá alguma perturbação mental? Li recentemente um artigo onde um médico responsável por um hospital psiquiátrico afirmava que existiam muitos sem abrigo cas  perturbações mentais. Sabem se aquele bebé nasce fruto de uma violação? Ou em que circunstâncias ocorreu?

Hoje alguém me dizia: ”entregasse o bebé” num Hospital e eu concordei, mas respondi” Pois mas num Hospital teria de dar a cara”.

  O ato que cometeu é certamente desumano  e eu como mãe não o consigo conceber.  Porém, esta mulher não teve certamente uma voz que a orientasse neste sentido.

Felizmente embora já tenha passado por situações muito difíceis nunca calcei os sapatos desta jovem. E se nunca os calcei foi porque nas situações difíceis que passei ,tive sempre uma mão amiga que me ajudou a levantar.

Mas a verdade é que se trata de uma mulher jovem de 22 anos numa situação de vulnerabilidade e  em causa de desespero. Concordo com a advogada Susana Pereira que no programa “Nós na TV” afirmou que ela não quis matar o bebé, pois quantas mães não sufocam os seus bebés quando nascem? Será sim uma pessoa em negação que que quis apagar aquele momento da sua vida.

Tenho também aqui andado a pensar se foi de facto uma coincidência o sem abrigo ter encontrado aquele bebé?

Não teria ele percebido a situação? Ou… até já fiz aqui uma novela na minha cabeça, que teriam combinado...

Seja o que for correndo o risco de me tornar muito impopular, acho que a sociedade não deve condenar mais esta jovem mulher.  E agora que já se encontra presa concordo com o meu amigo Beto Muniz, acho que também lhe deviam amputar o dedo.

Amputem-lhe o dedo!!!!!

Um texto de um amigo para refletirmos

 
 
 
 
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Bem-vindo, puto! 😘 . #bebe #recemnascido #amor #boaenergia #vaicorrerbem #vaiserfeliz #behappy #boasorte #bemvindo #saude #vidasalva #missaocumprida

Uma publicação partilhada por INEM (@inem_instagram) a

Esta foto publicada pelo Instagram do INEM que salvaram um bebé de um caixote do lixo, relembrou-me um magnifico texto publicado pelo meu amigo Beto Muniz no seu Facebook. O texto é publicado com a sua devida autorização. A realidade que ele reflete no texto é a do Brasil seu país natal, mas adapta-se perfeitamente à realidade exposta. Leiam até ao fim com calma para entenderem. Mas acreditem vale a pena ler e refletir. Como diria um amigo meu para ler até á última gota

“Serra Talhada, sertão do Pernambuco. Novembro de 2018. Mulher tranca dois filhos em casa e vai para o bar, beber. A polícia foi acionada por vizinhos, no endereço informado os policiais já encontraram o conselho tutelar lidando com as crianças, uma de quatro anos e outro com apenas dez meses de idade. A mãe embriagada foi presa em flagrante. Abandono de incapaz. Eu só acho que amputar o dedo dessa mãe seria uma boa punição. Em Curitiba circula o vídeo da mulher acelerando o carro deixando criança de cinco anos em via pública. É uma tristeza monstruosa a cena da criança correndo atrás do veículo como fazem os cães abandonados durante mudança. Polícia investiga o caso. Amputação do dedo cairia bem nesta mãe também. Em Serra, Espírito Santo, o perigo foi maior. Mãe abandonou o filho de três anos na rodovia BR-101. Um motorista que viu toda a cena correu, acolheu a criança e evitou a tragédia. Horas depois as autoridades prenderam a mulher que estava em surto. Foi identificada, permanece em tratamento e os avós da criança que moram na Bahia devem cuidar do pequeno. Aparentemente o dedo dessa mulher também merece amputação sumária. Em Fernandópolis, interior paulista, a mulher decidiu viajar por quatro dias, até aqui tudo bem, todos nós temos garantidos por lei o direito de ir e vir, porém a filha de seis anos ficou em casa com alguns pães, bolo e água. Ao final do terceiro dia vizinho incomodados com o choro chamaram autoridades que tomaram as devidas providências. Espero de coração que essa mulher tenha o dedo amputado. Em Uberaba, bem pertinho do meu chão, o medo de perder o emprego fez a mãe abandonar o filho na lixeira. Ela iniciou o trabalho de parto no banheiro da empresa, sem que ninguém percebesse, pediu para ir para casa, terminou o parto, enrolou o recém-nascido num cobertor, enfiou na sacola e levou até a lixeira. No dia seguinte foi trabalhar normalmente. Após encontrarem a bebê abandonada e cuidarem dela adequadamente, as investigações identificaram a mãe, medicaram-na também e permanece internada no hospital, assim que receber alta será presa. Eu creio que deveriam amputar o dedo dessa mulher. Durante as festas juninas de 2018 aqui em São Paulo uma criança de quatro anos morreu após anos e anos de maus tratos, abandono, desnutrição física e emocional. Foram longos 1.500 dias de existência, impossível eu não chorar ao saber o nome dessa criança; Bárbara. Literalmente barbarizada no batismo e na vida pela própria mãe, que agora está presa. Apoio incondicional a amputação do dedo dessa mulher. Tenho especial sentimento de impotência diante destes e inúmeros outros casos de abandono, maus tratos ou morte de crianças por ação direta ou indireta das respectivas mães. Em pouquíssimos casos o pai se torna cúmplice pelo abandono, pelos maus tratos ou morte da criança. É fácil constatar nos casos acima (e inúmeros outros) que a parcela de culpa paterna fica em aberto, a omissão do macho esquecida, criando a falsa impressão que essas mulheres fizeram filhos usando o dedo! É onde a amputação se torna bastante razoável, se me faço entender. “

Texto original de Beto Muniz

Foto.Instagram do INEM

“E depois do Adeus…”

O que ficou foi a palavra liberdade, liberdade de expressão, liberdade de escolha, liberdade de pensar, sentir, expressar…

 Só que ainda hoje a nossa sociedade vive amordaçada pelo passado com medo do que é diferente, sem aceitar que Liberdade é isso mesmo. É ter o direito de ser diferente, sem que a sociedade olhe de lado.

Parafraseando um slogan de que gosto, “Todos diferentes, todos iguais” e não é publicidade, gosto do conceito de aceitar a existência da diferença e do respeito pela igualdade da Liberdade. Que mais que celebrar a Liberdade, saibamos pô-las em ação no nosso quotidiano, que seja presente nos nossos ideais e nas nossas ações.

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