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Sopa De letras

Vinha á procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

Vinha á procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

“E depois do Adeus…”

O que ficou foi a palavra liberdade, liberdade de expressão, liberdade de escolha, liberdade de pensar, sentir, expressar…

 Só que ainda hoje a nossa sociedade vive amordaçada pelo passado com medo do que é diferente, sem aceitar que Liberdade é isso mesmo. É ter o direito de ser diferente, sem que a sociedade olhe de lado.

Parafraseando um slogan de que gosto, “Todos diferentes, todos iguais” e não é publicidade, gosto do conceito de aceitar a existência da diferença e do respeito pela igualdade da Liberdade. Que mais que celebrar a Liberdade, saibamos pô-las em ação no nosso quotidiano, que seja presente nos nossos ideais e nas nossas ações.

Dias normais?

 

 

Já tive dias felizes, dias em que aprendi coisas novas, dias tristes.

Já tive dias em que perdi alguém, dias em que ganhei amigos,

 Dias em que trouxe uma vida nova ao mundo.

Já tive dias de sol, dias cinzentos, dias de chuva

Já tive dias em que perdi um amor, dias em que me apaixonei:

Já tive dias de aniversário, de Natal, de carnaval,

Já tive dias que pareciam nunca mais acabar, dias que eu queria que não acabassem…

Já tive dias horríveis, já tive dias fantásticos;

Dias em que perdi tudo: a fé, a esperança, os sonhos;

Dias em que ganhei o dia, dias em que renasci;

Já tive dias complicados, dias simples,

Dias em que um simples sorriso da minha filha salvou o dia,

Dias em que sofri…

Dias em que ouvi dizer eu amo-te!

Já tive dias, já vivi muitos dias…

Mas dias normais? Não tenho dias normais.

Todos os dias são diferentes,

Bons ou maus são especiais,

São páginas em branco por preencher

São dias diferentes e nunca iguais

 Porque estou viva para os preencher

e tenho uma nova página para virar

Sempre que vir o sol nascer..

 

 texto de minha autoria

 imagem retirada da internet

com ligação à origem

Conversa Com o Tempo...




Pedi ao tempo que voltasse para trás. Ele respondeu-me que não podia, que no leito da vida não havia tempo para voltar para trás. Tinha de seguir de em frente como os rios, por caminhos por vezes sinuosos. Mas não podia voltar para trás,como as águas do rio tinha que correr sem parar.Ele disse-me que a única diferença que existia entre ele e os rios é que estes correm para o mar e ele não sabe onde a sua corrida vai parar. Só sabe que não pode voltar para trás, que não pode parar. Disse-me que tal como os rios não me podia devolver o que me tinha tirado pelo caminho. Mas, que eu se eu o acompanhasse teria sempre comigo as minhas recordações e sonhos de outrora. Disse-me também que se eu o acompanhasse me traria novos sonhos, novas oportunidades. Eu respondi-lhe que ia tentar, mas que por vezes ele corria depressa demais e eu perdia-lhe rumo. Ele respondeu– me que não, que nunca andava nem mais depressa, nem mais devagar, que caminhava sempre com a mesma passada. Pois se não podia parar, não podia avançar, nem se podia atrasar na sua caminhada. Disse-me que eu não me apercebia, mas que eu é que não tinha vontade de o acompanhar nessas alturas e por isso lhe perdia o rumo. Fiquei pensativa e concordei com ele em tudo. Sim o tempo já tinha levado com ele, muitas coisas que me pertenciam. Momentos que eu daria tudo para viver de novo, pessoas que não voltei a encontrar, sonhos que não consegui realizar. Também tinha levado consigo os maus momentos. De facto ele deixara-me apenas as recordações e as frustrações, em que por vezes ficava tão embrenhada que me esquecia, que o tempo não parava e não o conseguia acompanhar. Mas o tempo não parou. Não parou e trouxe novos momentos de felicidade que eu tento agarrar, para que eles não se percam na correnteza do tempo, no leito da vida. Trouxe-me novas perspectivas de vida, novos motivos para ser feliz e sonhar, novas oportunidades, novos sonhos por concretizar. Ele disse-me que não era ele que nos dava ou retirava nada. Éramos nós que sabíamos ou não acompanhar a sua caminhada retirando o que de bom o tempo trazia com ele e deixando escapar na sua correnteza alguns sonhos, alguns momentos felizes e alguma tristeza. Então eu percebi,que quanto melhor eu o pudesse acompanhar, melhor aprenderia a aproveitar o melhor que o tempo trazia ao de cimo do leito da vida. Aprenderia guardar o não queria que ele levasse na sua corrida e a deixar escapar na sua correnteza as tristezas da vida. Foi quando lhe ia perguntar para onde ele seguia agora e vi que ele já tinha passado e eu tinha que viver intensamente para o conseguir acompanhar.


 


 

Texto de minha autoria

imagem retirada da Internet

Quem é a cozinheira?

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