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Sopa De letras

Vinha á procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

Vinha á procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

Aos que lutaram

 

Que as vozes do que trabalham nunca se cansem de gritar pelos seus direitos

Que os Braços dos que trabalham nunca se cansem de lutar pelo que é seu

Que as pernas dos que trabalham nunca parem de os guiar

Que a força dos que trabalham prevaleça!

Pelas mães que pariam os filhos mortos e iam trabalhar a seguir,

Pelas mães que pariam os filhos vivos e iam trabalhar a seguir

Pelas que pariam e depois morriam, porque não podiam parar.

Pelas crianças que laboravam horas sem parar

Sujas, descalças, sem saber o que era brincar …

Pelas mães que não tinham pão nem condição

Para alimentar as bocas vazias de fome no seu lar

Por todos que de sol a sol laboravam

Na terra de rostos tisnados e cansados

Cujas amas dos filhos eram árvores, pás e arados.

Pelas mães que perdiam os filhos nas minas

Pelas crianças com infâncias e corpos mutilados

Nas máquinas imparáveis dos intocáveis

Que tudo o que se conquistou

Com sangue suor e lágrimas permaneça

Que esta herança não esmoreça.

 

Texto de minha autoria Direitos reservados.

Homenagem aos trabalhadores e a  todos  que no passado lutaram pela conquista de direitos que hoje damos como adquiridos.

Quem é a cozinheira?

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