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Sopa De letras

Vinha á procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

Vinha á procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

“E depois do Adeus…”

O que ficou foi a palavra liberdade, liberdade de expressão, liberdade de escolha, liberdade de pensar, sentir, expressar…

 Só que ainda hoje a nossa sociedade vive amordaçada pelo passado com medo do que é diferente, sem aceitar que Liberdade é isso mesmo. É ter o direito de ser diferente, sem que a sociedade olhe de lado.

Parafraseando um slogan de que gosto, “Todos diferentes, todos iguais” e não é publicidade, gosto do conceito de aceitar a existência da diferença e do respeito pela igualdade da Liberdade. Que mais que celebrar a Liberdade, saibamos pô-las em ação no nosso quotidiano, que seja presente nos nossos ideais e nas nossas ações.

A Lição da Borboleta

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Agora que é tempo de Primavera e vemos as borboletas a esvoaçar por aí lembrei-me de um belíssimo texto que me enviaram há algum tempo para o meu mail.

 

Lição da Borboleta

  

 “Um dia uma pequena abertura apareceu num casulo perto de um homem que estava sentado, este ficou a observara borboleta por várias horas, ela esforçava-se para conseguir que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. A uma determinada altura pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou numa tesoura e cortou o que restava do casulo. A borboleta então saiu facilmente.

Mas o seu corpo murcho e pequeno tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu!

 Na verdade, a borboleta passou a resto de sua vida rastejando com o corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo que fazia com que o fluído do corpo passasse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.

Se Deus nos permitisse passar através das nossas vidas sem qualquer obstáculo, ele nos deixaria “aleijados”. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Eu pedi Força...e recebi Dificuldades para me fazer Forte. Eu pedi Sabedoria...e recebi Problemas para Resolver. Eu pedi Prosperidade....e recebi Cérebro e Músculos para Trabalhar. Eu pedi Coragem....e recebi Perigo para Superar. Eu pedi Amor...e recebi pessoas com Problemas para Ajudar. Eu pedi Favores...e recebi Oportunidades

. Eu não recebi nada do que pedi..., mas eu recebi tudo de que precisava.”

 

(Imagem de minha autoria, pribida a reprodução sem pedido de autorização)

Repetição de análises. Será bom ou mau?

Ontem quando cheguei, o meu marido dá-me o recado (porque eu não posso atender o telefone no trabalho):

“Olha ligaram das análises. Precisam que vás tirar sangue de novo. Cá para mim fizeram disparate”

 E eu a conversar com os meus botões :

“Cá para mim isto não me agrada mesmo nada.”

Só posso ir repetir as malfadas sexta-feira.

Estás calçada à mamã?

 Se há alguém que é despistada ou a distração em pessoa, esse alguém está aqui Euzinha!  Foi já há uns tempos, que fui sair com uma amiga.

 Assim que cheguei ao pé dela, esta pergunta-me :

-Estás calçada à mamã?

 E eu sem perceber:

-Claro, sabes com o miúdo mais novo não dá para andar a correr atrás dele de saltos.

Ela sorri e pergunta-me em tom mais de conselho do que de pergunta:

-Ainda não olhas te para os teus pés, pois não?

É nessa altura que olho e constato que tenho um sapato de cada nação em cada pé.

 

O primeiro destino da saída foi o regresso a casa para me calçar de novo.

Agradecendo por aquilo nunca me ter acontecido quando fui trabalhar.

Pensamento do dia

Há pouco mais ou menos um ano ocooreu-me este pensamento e hoje voltou por ter visto alguém parado com um pneu furado.

A primeira vez que furei um pneu estava grávida da minha filha e ainda não sabia, descobri pouco tempo depois

. A segunda vez que furei um pneu, estava grávida do meu filho e não sabia. Descobri pouco tempo depois.

Tenho andado a pensar que tenho ter cuidado para não furar pneus

O apelo dos sentidos ( da série Sentidos)

 O seu olhar revelava a cobiça que lhe despertava o aspeto carnudo e suculento que lhe fazia crescer a água na boca. Tinha de alcançá-la. 

 Sentir o seu aroma. Apreciar a textura, mesmo que percebesse, que teria de usar muita delicadeza. Ela estava ali parada, ao seu alcance. Imóvel.

Ele hesitava em seguir o apelo dos sentidos, afinal, a visão que ele estava a ter, era algo que também lhe dava imenso prazer. Era uma imagem de beleza singular aquela com que se deparava.   Mas a água crescia-lhe na boca.

O desejo de sentir de sentir a textura rubra com os seus lábios suavemente e logo de seguida mordiscar para saborear o seu suco, o seu néctar e deliciar os seus sentidos, estava prestes a ser incontrolável.

Antes de avançar, fotografou-a. Afinal era uma imagem digna de um pintor renascentista, tinha de a perpetuar.

Depois, não resistiu mais, deixou-se vencer pelo apelo dos sentidos, pegou naquela maravilhosa taça de morangos que tanto o tentava e deliciou-se com vagaroso prazer.

©texto de minha autoria.

A magia dos caldos Maggi

Acabámos de jantar e o meu marido começa a comentar comigo o poder mágico dos caldos Maggi. Olhei para ele e ri-me pensando que estava a brincar. Não, não estava a brincar e nem estava a falar dos sabores do caldo Maggi que também não fizeram parte da ementa. Então do que falava ele? Do poder dos caldos Magg para aumentar o rabo oas mulheres que têm o rabo pequeno.

Tinha visto neste programa do canal Odisseia que as mulheres do Congo, odeiam ser magras (acho que vou mudar-me para o Congo , mas só por ser gordinha), e que para aumentarem o rabo desfazem caldos Maggi em pedacinhos e injetam-nos como se fosse um clister! Fiquei a olhar estupefacta a achar que ele estava a brincar, a fazer uma analogia com outra coisa qualquer, mas não!

Ele tinha gravado o programa e pôs-me a cena que me tinha descrito para eu ver.

  Ainda estou ...raios como é que se foram lembrar de uma destas?

 Este planeta é mesmo um sítio estranho…

Palácio de Estrelas

 Era criança e sonhava com as estrelas que todas as noites via no céu, com a lua longínqua num céu distante, que no seu brilho nocturno lhe traziam a promessa de um novo mundo, em que a fantasia reinava , tal como nas lojas de brinquedos. E no seu sonho, no seu mundo não havia casas. Só palácios de tectos estrelados, onde num quarto aconchegante, numa cama confortável, um rosto feminino de feições delicadas e olhos profundamente tristes, se acercava dele beijando-o carinhosamente na testa, e ao sentir o beijo tudo se desfazia. Restava apenas uma névoa . A névoa que escondia essas recordações submersas no seu inconsciente de criança, onde as suas recordações, de um rosto de mãe aconchegando-o no seu leito, se confundiam com os sonhos de palácios e fantasia que as estrelas e a lua lhe recordavam. Existia apenas e só o sonho. E continuava, até ao alvorecer do dia a sonhar, no seu sono doce e ingénuo de criança . Na sua verdadeira casa, debaixo de um tecto - céu estrelado, aconchegado em lençóis de jornal numa cama banco de jardim , onde apenas o vento suave lhe beijava a testa.

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