Conversas de Casal 1
Acabo de inaugurar uma nova rubrica eh eh!
Eu: - Querido não te queres tornar metrossexual?
Ele: _ Sim claro querida.Vamos passar a fazer sexo a metro....
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Acabo de inaugurar uma nova rubrica eh eh!
Eu: - Querido não te queres tornar metrossexual?
Ele: _ Sim claro querida.Vamos passar a fazer sexo a metro....
Procuramos-te em vão
No regresso ao lar
Mesmo sabendo que não te vamos encontrar
Ficamos na esperança de rever
O teu terno sorriso, teu meigo olhar
Procuramos-te em vão
No regresso ao lar,
Mesmo sabendo que não te vamos encontrar,
Sentimos ainda a tua presença no ar.
Partiste sem avisar, sem nada dizer,
Mas não te vamos nunca esquecer.
Procuramos-te em vão
No regresso ao lar,
Porque agora é no nosso coração
Que está a morar
A tua doce e terna recordação....
Poema escrito por mim
Em memória da minha avó materna
Falecida a 13 de Junho de 1998
foto retirada da Internet
Ninguém vive de suposições! Afirmamos por vezes peremptoriamente. Será mesmo assim? Ou será que, sem nos apercebermos passamos a maior parte da vida a acreditar em suposições. Os pais fazem aquilo que acham ser o melhor para os seus filhos. Mas será mesmo? Quantas vezes não agirão e tomarão decisões sem sequer se interessarem por conhecer um pouco melhor os seus filhos, apesar das boas intenções. Tais actos muitas vezes são baseados em de meras Suposições! Suposições, transformadas em acções que causam infelicidade por vezes, e vão aos poucos tornar-se num sufoco, originando em vez da satisfação um grito de revolta dos filhos!
Quantos casais não constróem as suas relações em suposições, achando que tudo o que fazem, tem por objectivo a felicidade do seu companheiro. Mas quantas vezes esses casais param para falar sobre os seus verdadeiros ideais de vida, e os seus reais sentimentos. As pessoas julgam que já conhecem o outro e as suas necessidades, não precisam de conversar para entendê-lo, têm a certeza do que o outro quer. Mas será que têm a certeza ou apenas supõem? Estou a lembrar-me de um caso que infelizmente se tem tornado algo banal. A história de um casal apaixonado, que todos achavam perfeito e que ao fim de algumas anos acabou por se separar. O motivo era simples. Ele quis a todo o custo subir na vida, porque achava que o objectivo de ambos era o estatuto social e uma conta bancária confortável. Ele trabalhava sem parar e incitava-a a fazer o mesmo. Ao fim de uns tempos, mal se viam e pouco tempo tinham para falar. Até que um dia ela se cansou e o conflito latente rebentou. Ela não queria mais aquela vida, aquela relação. Não queria luxo, nem dinheiro, queria apenas alguém a seu lado, que tivesse tempo para ela. Queria uma relação, talvez com menos conforto mas com mais felicidade. Ele achou, que ela estava a ser injusta. No seu modo de ver, ele nunca lhe tinha faltado com nada. E na verdade não lhe tinha faltado com nada que fosse de ordem material. Mas faltava o essencial o afecto, o amadurecer da própria relação. Ele não percebeu, que na realidade apenas supôs que a estivesse a fazer feliz.
As pessoas mudam, por vezes transportam sonhos e ideais durante uma vida inteira, outras vezes é o caminho da vida que lhes desperta novos ideais e novos desejos. As pessoas são por vezes para elas próprias enigmas indecifráveis. Talvez seja um acto de egoísmo encapotado dizer e pensarmos:
“Estou a fazer o melhor para essa pessoa ”; talvez seja honestamente o que pensamos, mas quantas vezes ousamos a pedir a opinião do interessado. Será que custa assim tanto de vez em quando pararmos um pouquinho de supormos tão leviana e inconscientemente? Parar, para conhecermos verdadeiramente aqueles que nos rodeiam, para salvarmos as nossas relações. Cultivá-las em terreno fértil, regá-las com afecto, adubá-las com diálogo e renová-las com a luz do conhecimento, para que a harmonia, a verdadeira felicidade e o entendimento possam florescer lado a lado viçosos e coloridos. Supostamente é o que todos desejamos ou estarei eu a fazer apenas uma mera suposição?
foto retirada da internet
BOM FERIADO
Lembrem-me de não me esquecer,
não se esqueçam de me lembrar,
da lembrança que ficou esquecida
à espera de se lembrar...