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Sopa De letras

Vinha à procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

Vinha à procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

UM ENORME SUSTO!!!!!!

Íamos a caminho da Estrela, onde reside a tia do meu marido e já fizemos aquele caminho inúmeras vezes. O meu mais que tudo ia ao volante. Conversámos um pouco e tive um raro momento em que me valeu.Eu que falo pelos sete cotovelos como diz o povo. Estava absorta nos meus pensamentos, quando chegamos ao cruzamento onde devíamos virar e ele muda de faixa,à primeira pensei que queria ir para outro caminho,de repente ele começa a atravessar todas as faixas. Grito com esforço ( com o pânico a voz saíu-me  a custo): O"que é que estás a fazer?"

 Ele acorda, a tempo de retomar a nossa via, enquanto um carro se desvia de nós a tempo.  Sim, em segundos ele tinha adormecido ao volante.  O resto correu bem. Mas isto é. exaustão.  Desdobramo-nos,multiplcamo-nos e não temos quem nos ajude.

Tenho andado aqui a pensar

Sobre o bebé que foi salvo do contentor

 Dei um trabalho aos meus alunos que consiste  em pararem de se criticar e insultar uns aos outros e escrever 3 qualidades que cada um dos colegas tem.  Têm tido imensas dificuldades. Eu própria fiz o exercício em casa  ( referente aos meus colegas, não aos alunos)e se para uns  foi muito fácil, para outros tive de me esforçar bastante.

A verdade é que parece que na nossa sociedade se tornou mais fácil, insultar, criticar, apontar o dedo  às falhas dos outros do que ver o lado positivo das pessoas e tentar  “calçar os sapatos dos outros”

 

Tenho andado aqui a pensar no caso do bebé que foi salvo do lixo e sabem o que me tem ocorrido?

Um sem  abrigo encontrou o bebé e  salvou uma vida, mas tirando uma manchete ou outra nos jornais e uma referência ao facto de ser este que deu o alerta, ninguém se interessou por ele. Começa logo por ser tratado pela imprensa por “um sem abrigo”. Certamente terá um nome, será que alguém se interessou pela história daquele homem, que numa das curvas da vida virou sem abrigo? Será que alguém se interessou em ajudá-lo e recompensá-lo por ter salvo uma vida?

 Afinal todos os louros foram para a equipa do INEM que sem lhes tirar o mérito cumpriram com a sua função, mas quem salvou a vida desta criança foi o  Homem que alertou para a situação ( sim não me enganei homem com H). Não merecia este Homem que também salvassem a  sua vida????

E a propósito  da mãe do bebé, muito se criticou muito se falou, mas alguém calçou os sapatos dela?

De acordo com a polícia Judiciária e  o IAC nem sequer apresentava sinais de toxicodependência. Sofrerá alguma perturbação mental? Li recentemente um artigo onde um médico responsável por um hospital psiquiátrico afirmava que existiam muitos sem abrigo cas  perturbações mentais. Sabem se aquele bebé nasce fruto de uma violação? Ou em que circunstâncias ocorreu?

Hoje alguém me dizia: ”entregasse o bebé” num Hospital e eu concordei, mas respondi” Pois mas num Hospital teria de dar a cara”.

  O ato que cometeu é certamente desumano  e eu como mãe não o consigo conceber.  Porém, esta mulher não teve certamente uma voz que a orientasse neste sentido.

Felizmente embora já tenha passado por situações muito difíceis nunca calcei os sapatos desta jovem. E se nunca os calcei foi porque nas situações difíceis que passei ,tive sempre uma mão amiga que me ajudou a levantar.

Mas a verdade é que se trata de uma mulher jovem de 22 anos numa situação de vulnerabilidade e  em causa de desespero. Concordo com a advogada Susana Pereira que no programa “Nós na TV” afirmou que ela não quis matar o bebé, pois quantas mães não sufocam os seus bebés quando nascem? Será sim uma pessoa em negação que que quis apagar aquele momento da sua vida.

Tenho também aqui andado a pensar se foi de facto uma coincidência o sem abrigo ter encontrado aquele bebé?

Não teria ele percebido a situação? Ou… até já fiz aqui uma novela na minha cabeça, que teriam combinado...

Seja o que for correndo o risco de me tornar muito impopular, acho que a sociedade não deve condenar mais esta jovem mulher.  E agora que já se encontra presa concordo com o meu amigo Beto Muniz, acho que também lhe deviam amputar o dedo.

Amputem-lhe o dedo!!!!!

Um texto de um amigo para refletirmos

 
 
 
 
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Bem-vindo, puto! 😘 . #bebe #recemnascido #amor #boaenergia #vaicorrerbem #vaiserfeliz #behappy #boasorte #bemvindo #saude #vidasalva #missaocumprida

Uma publicação partilhada por INEM (@inem_instagram) a

Esta foto publicada pelo Instagram do INEM que salvaram um bebé de um caixote do lixo, relembrou-me um magnifico texto publicado pelo meu amigo Beto Muniz no seu Facebook. O texto é publicado com a sua devida autorização. A realidade que ele reflete no texto é a do Brasil seu país natal, mas adapta-se perfeitamente à realidade exposta. Leiam até ao fim com calma para entenderem. Mas acreditem vale a pena ler e refletir. Como diria um amigo meu para ler até á última gota

“Serra Talhada, sertão do Pernambuco. Novembro de 2018. Mulher tranca dois filhos em casa e vai para o bar, beber. A polícia foi acionada por vizinhos, no endereço informado os policiais já encontraram o conselho tutelar lidando com as crianças, uma de quatro anos e outro com apenas dez meses de idade. A mãe embriagada foi presa em flagrante. Abandono de incapaz. Eu só acho que amputar o dedo dessa mãe seria uma boa punição. Em Curitiba circula o vídeo da mulher acelerando o carro deixando criança de cinco anos em via pública. É uma tristeza monstruosa a cena da criança correndo atrás do veículo como fazem os cães abandonados durante mudança. Polícia investiga o caso. Amputação do dedo cairia bem nesta mãe também. Em Serra, Espírito Santo, o perigo foi maior. Mãe abandonou o filho de três anos na rodovia BR-101. Um motorista que viu toda a cena correu, acolheu a criança e evitou a tragédia. Horas depois as autoridades prenderam a mulher que estava em surto. Foi identificada, permanece em tratamento e os avós da criança que moram na Bahia devem cuidar do pequeno. Aparentemente o dedo dessa mulher também merece amputação sumária. Em Fernandópolis, interior paulista, a mulher decidiu viajar por quatro dias, até aqui tudo bem, todos nós temos garantidos por lei o direito de ir e vir, porém a filha de seis anos ficou em casa com alguns pães, bolo e água. Ao final do terceiro dia vizinho incomodados com o choro chamaram autoridades que tomaram as devidas providências. Espero de coração que essa mulher tenha o dedo amputado. Em Uberaba, bem pertinho do meu chão, o medo de perder o emprego fez a mãe abandonar o filho na lixeira. Ela iniciou o trabalho de parto no banheiro da empresa, sem que ninguém percebesse, pediu para ir para casa, terminou o parto, enrolou o recém-nascido num cobertor, enfiou na sacola e levou até a lixeira. No dia seguinte foi trabalhar normalmente. Após encontrarem a bebê abandonada e cuidarem dela adequadamente, as investigações identificaram a mãe, medicaram-na também e permanece internada no hospital, assim que receber alta será presa. Eu creio que deveriam amputar o dedo dessa mulher. Durante as festas juninas de 2018 aqui em São Paulo uma criança de quatro anos morreu após anos e anos de maus tratos, abandono, desnutrição física e emocional. Foram longos 1.500 dias de existência, impossível eu não chorar ao saber o nome dessa criança; Bárbara. Literalmente barbarizada no batismo e na vida pela própria mãe, que agora está presa. Apoio incondicional a amputação do dedo dessa mulher. Tenho especial sentimento de impotência diante destes e inúmeros outros casos de abandono, maus tratos ou morte de crianças por ação direta ou indireta das respectivas mães. Em pouquíssimos casos o pai se torna cúmplice pelo abandono, pelos maus tratos ou morte da criança. É fácil constatar nos casos acima (e inúmeros outros) que a parcela de culpa paterna fica em aberto, a omissão do macho esquecida, criando a falsa impressão que essas mulheres fizeram filhos usando o dedo! É onde a amputação se torna bastante razoável, se me faço entender. “

Texto original de Beto Muniz

Foto.Instagram do INEM

O Toffiefoda-se

 

 

 

 

O meu marido é um querido daqueles que transmite a mellhor imagem de mim a quem me conhece.  Se não confiram.

 Aqui há um ou dois anos  tinha por hábito de vez em quando comero uma caramelos dqueles recheados de chocolate que vêm num tubinho.

 Ora eu queria -lhe pedir para ele me comprar, uma vez que ia ele fazer as compras e eu tinha de ficar em casa. Mas não me lembrava do nome daquilo, então já farta de lhe tentar explicar, um pouco da minha personalidade nortenha adotada ( vivi 8 anos no Porto, pronto, eu sei que também há lá quem não diga asneiras, mas foi lá que ganhei o vício ok) veio ao de cima e respondi já irritada:

-“Olha traz-me um daqueles Toffiefoda-se.

E ele até hoje goza-me por causa disso, mas foi da forma que ele entendeu. Desde aí damos esse nome aos caramelos.

 

Hoje ele tinha um tubo desses caramelos e eu toda a contente a pensar que eram para mim . E ele responde-me:

-Não. Isto é para os meus colegas que ontem tive a explicar-lhes o que era uma Toffiefoda-se.

 E disse-me que lhes tinha contado a história.

Aiii a minha vidinha e ele não me guardou nem um ToffieF… bem vocês já sabem o que é.

Acho que isto vai dar divórcio!!!!!

(não,ainda não nos fartámos um do outro )

Somos cuidadores de uma Tia do meu marido com 92 anos que é como uma segunda avó para os meus filhos. A Senhora caíu da cama e o o meu marido passou 13 horas com ela no Hospital de S.José. Sim 13 horas!!!! A senhora graças a deus, ou ao destino estava bem e ficou bem.

 

Ora o rapaz como gosta muito de mim, não resisitiu a trazer-me um souvenir, um recuerdo, uma lembrança e veio de lá com um vírusinho.  Claro que como era só um ele teve de compartilhar o vírus.

 

Por aqui a je que tem um sistema imunitário, tipo batalhão de desertores e não pode ver nada, que é um inbejosa de primeira apanha e  acabou por ficar com o Vírus.

Só para mim. Todinho para mim, moi, je.

Ao fim de dois dias o rapaz estava recuperado hirto e firme e até andava de manga curta. E aqui a je só lhe faltava andar de gatas.

Conclusão final médico, uma semana em casa. Melhoras népia. De volta para o médico. Neste caso médica. “ horas de espera na sala do centro de saúde.

Traz-me um café daqueles de máquina, que só depois de eu mexer perceber que tinha açucar blhac que metia medo ( sim eu sou daquelas que mexe o café sem açucar por vício)

 Mas raios ao fim de 20 anos, duas décadas, duas dezenas de anos, 7304 dias comigo ainda não sabe que não gosto de açucar no Café????

E depois exibe-se na médica de manga curta arir-se enquanto aqui a je tem de ir fazer uma ventilação, para ver se o oixigénio lhe entra pelas ventas e se espalha no sangue que estava baixinho.

 Da próxima vez, que de  preferência não exista. O rapaz podia ter mais bom gosto, afinal fomos á feira alemã ali há uns anos. Podia ter levado uma lata de salsichas alemã, uma lata de cerveja,sei lá.

 Agora um vírus????!!!!

Digam lá se isto não é motivo de divórcio.

 

Pequenas coincidências da vida ...

  O meu pai fazia fotografia em casa e adorava fotografia, embora não fosse essa a sua profissão. Eu apesar de sempre gostar de fotografia tirei um curso de História. O pai do meu marido adorava História e fazia investigação embora não fosse essa a sua profissão. Ele apesar de gostar de História, tirou um curso de fotografia. Eu apesar de gostar de fotografia tirei um curso de História.Um dia cruzamo-nos nos caminhos da vida. Separamo-nos e os caminhos da vida voltaram a juntar-nos. Desta vez ficámos juntos. Há pequenas coincidências na nossa vida que dão que pensar.  Entretanto eu tirei um curso de fotografia. Quicá um dia ele se dedica à História, sair-se-ia muito bem.

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