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Sopa De letras

Vinha à procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

Vinha à procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

As sopas vão voltar a sair

O meu caldeirão andava assim a meios que cansado e o fogo não queria pegar. Ora não consequia cozinhar as minhas sopas dessa forma. Assim num caldeirão emprestado mas familiar permitiram-me me voltar. *

 

* Traduzindo por miudos o meu computador precisou de umas férias e como eu tenho dificuldade em publicar pelo telemóvel,   aqui  o cozinheiro mor  desta cozinheira mor, emprestou-me o seu computador não só para trabalhar como para publicar. Preparem o paladar, as sopas de letras vão voltar. 

Lista de metas para 2021

via GIPHY

 

  1- Dia 19 de Janeiro eu digo.

   2- É segredo.

3-Ainda não posso dizer.

 

4-Estou tão entusiasmada com este e acho que vão adorar quando eu divulgar.

 

5--Se conseguir depois eu digo.

 

6- Espero divulgar em breve.

 

7-Este também não posso dizer.

 

8-Este também é segredo.

 

9-Ainda não posso dizer.

 

 

10- Digo se conseguir.

 

Espero que gostem das minhas metas para 2021. 

Feliz 2021.

Imagem de Free-Photos por Pixabay_raindrops-828954

Imagem retirada daqui com link de referência na foto.

Acordei ao som da Chuva. Chuva? Parei para escutar. Sim o som da chuva forte, ritmada e incomparável.

Imaginei a chuva a emanar do céu, imaginei as gotas de água a bater contra a janela de persianas corridas e a escorrer até ao parapeito imaginei a chuva a bater contra às vidraças de outras janelas e a escorrer como que numa espécie de lágrimas de um misto tristeza e alegria, que se sente quando finalizamos uma coisa e começamos outra.  

Pensei na Terra molhada e  em tudo o que na rua se encontrava lavado pela chuva,

Consegui sentir aquele cheiro a terra molhada, renovada e ver as plantas de um verde viçoso revigorado.

Ainda pensei em largar o conforto e o calor dos cobertores e comungar com a chuva este recomeço. Confesso que me senti tentada, mas a sensação aconchegante de ouvir a chuva no aconchego do calor dos cobertores venceu.

Desejei que todos pudessem fazê-lo como eu.

 

Era como se o primeiro dia de 2021 quisesse entrar de rosto lavado e perfumado a anunciar-nos a esperança e a mudança.

Que 2021 vos traga uma chuva forte e ritmada de tudo o que desejarem, que gotas de alegria, amor, saúde, esperança, realizações pessoais caiam sobre vocês  e que as gotas que escorrerem pelas vidros de alma sejam sempre de Felicidade.

Feliz Ano Novo.

Feliz Natal

Presépios de Sal das Marinhas do Sal.

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Todos os anos nas Salinas das Marinhas do Sal no Concelho de Rio  Maior fazem uma exposição de presépios de Sal.   Tirei esta foto em 2014. E acho que nada representa melhor o espírito do Natal do que a Sagrada Família.

   Um Santo e Feliz Natal com muita saúde são os meus votos para todos os seguidores, leitores, vizinhos e equipa da sapolândia.

 

 

Obrigada a todos os Assistentes Operacionais e pessoal auxiliar das escolas.

assisteo.jpg

 

Uma peça fundamental do nosso sistema de ensino, muito pouco valorizada e mal paga são os nossos assistentes operacionais e neste contexto de pandemia ainda mais.

Têm ordenados baixos e nas interrupções letivas permanecem nas escolas.

Andam de máscara na cara, luvas nas mãos e álcool gel em punho para desinfetar as mãos dos alunos, e não só.  Se já faziam trabalho redobrado, este ano com a obrigatoriedade de desinfetar salas e os materiais necessários, assim como garantir distancias de segurança em espaços como refeitórios ainda mais.

 Estão na linha da frente a par dos professores a garantir que tudo funciona.

Aturam as faltas de educação dos meninos e não só. Garantem a limpeza dos espaços e muitas vezes a segurança dos alunos.

 Dão “colo” (sentido figurado para que não haja más interpretações) aos alunos mais desamparados e orientam os mais novos.

 São fundamentais no nosso sistema de ensino se os nossos filhos conseguiram cumprir um período de aulas presenciais a  eles os devemos.

 

Já vi alunos não passarem fome, nem frio graças à intervenção atempada destes assistentes operacionais, comunicando situações que por vezes passam despercebidas e intervindo diretamente.

A eles, como professora e mãe, o meu Muito Obrigada.

Vocês também estão na linha da frente!

Smooth - Rádios da minha vida I

Música de qualidade para quem aprecia Jazz e Blues

Muito se fala de  séries nos tempos que correm, mas pouco se fala das nossas maravilhosas rádios.  Fazem parte da história da minha vida algumas que são a minha companhia indispensável quando vou ao volante. 

 Mas na minha profissão, no trabalho que não se vê, aquele que ultrapassa as 35 horas semanais de longe, passo muito tempo sentada ao computador entre preparar aulas, testes, corrigir testes,  materiais interativos, adaptação de materiais  e outros como as avaliações finais que vão pela noite a dentro e a música é indispensável para me fazer companhia.

Ora sendo eu desde que me conheço alguém que adora Soull Jazz e Blues, descobri  já há uns tempos a Smooth, que passa exatamente este género musical e ainda  Bossa Nova.

 Desde os clássicos aos mais modernos esta rádio  é realmente Smooth  para os nossos ouvidos. E com a vantagem de passar música sem ser interrompida pelos noticiários.

Fica aqui a sugestão para quem goste de rádio e seja apreciador do género.

Solidariedade em tempo de Pandemia

Por onde nada a Humanidade

A cena passou-se já há uns dias largos, quando o meu marido me ia buscar ao trabalho para almoçar.

Trabalho perto do Palácio de Queluz onde por ter um parque perto muita gente vai para lá praticar desporto.

Ora qual não foi o meu espanto quando o meu marido chega ao pé de mim e estava um senhor de idade em calções e roupa de fazer desporto ao lado dele.

O meu marido fez-me sinal para ir para o banco de trás e depois explicou-me que o Senhor tinha caído, mal conseguia andar e tinha uma ferida aberta a correr sangue nas pernas.

Impossibilitado de conseguir andar, o senhor fazia sinal aos carros para o ajudarem e ninguém parava até o meu marido chegar.

Assim que o meu marido viu o senhor com a perna em sangue parou o carro.

Ora o senhor estava sem máscara porque tinha ido só correr pelo que lhe cedemos duas das nossas descartáveis.

Queríamos levar o senhor ao Hospital, mas ele não quis e pediu-nos que o deixássemos no Quartel dos Bombeiros e assim o fizemos.   Deixámos o senhor com votos de melhoras e este agradeceu-nos por tudo.

 A partir daí não soubemos mais nada. Mas pergunto-me eu.

Que raio de solidariedade da pandemia que é tão falada existe, que por causa da mesma, não se socorre uma pessoa de idade com uma perna em sangue no meio da estrada?

 

Um pouquinho de aritmética

dadospordata8de novembro.jpg

Este texto diz respeito a dados de 8 de Novembro.

Um pouquinho de aritmética.... faleceram 48 pessoas de Covid , num total de 271 , os dados da foto foram retiram hoje da Pordata. Ora isso deixa a seguinte questão: os outros 223 morreram de quê?
Alguns há de ter sido de velhice, outros de acidente. Mas o número de suicídios aumentou e os Psicólogos nem sequer têm direito a representação na tomada de decisões. Exames e consultas adiadas.
Alguns exemplos de outros casos .M.paciente oncológico no Alentejo aguardava há alguns meses o exame que só podia fazer em Lisboa, faleceu durante o confinamento sem ter feito o exame,M. aguarda há quase um ano a mamografia que levou 6 meses a ser marcada e lhe foi adiada pela pandemia, P. sofreu uma trombose ocular por hipetensão, que o cegou duma vista durante a pandemia, aguarda há 6 meses um doppler,C.tem uma cardiopatia aguarda há mais de 6 meses os seus exames e é o Covid só que mata?
Todos estes exemplos são reais.
Entendo que é um vírus que se propaga facilmente e o nosso sistema nacional de saúde pode entrar em ruptura,mas por favor divulguem também os danos colaterais do Covid. Aqueles que morrem porque ficaram sem assistência médica devido ao Covid.
Mas estava tudo bem para autorizar o Avante e a Formula 1....
 
Este texto foi feito a partir de dados estísticos da Pordata e conhecimentos de casos reais.

 

Autismo não é adjetivo!

E passo a Explicar!

AUTISMO NÃO É ADJECTIVO

É com profunda tristeza que vejo que a sociedade acha normal que se use o termo autista como adjetivo. Parafraseando alguém que partilha da mesma linha de ideias que eu "... tivesse a ministra utilizado expressões como ​“gay” ou “negro” com a mesma conotação com que utilizou “autista”, e já teríamos partidos aos gritos na Assembleia da República, associações a marcar marchas e protestos, gente a rasgar as vestes nas ruas e as redes sociais inflamadas. E, sim, tudo isto seria compreensível.”  Eu acrescento ainda e se a Ministra tivesse dito este governo não é canceroso? Quantos protestos já teria havido? E acho ,muito bem que assim fosse.

Mas, autista, ah esta gente ofende-se por tudo, não é?

Não, não é disso que se trata e passo a explicar.

Mas que mal tem usar autista como adjetivo?

Começa pelo normalizar o estigma e o preconceito. O conhecimento que a grande maioria tem do Autismo é o filme “Rainman”, mas o Autismo é um espectro, um transtorno sensorial que abrange desde autistas dotados e génios, aos mais leves e aos mais severos.

Passa a ideia errada de que não vivem neste mundo. Todos vivem neste mundo, mesmo os que têm um autismo mais severo. O seu transtorno por vezes impossibilita-lhes a comunicação.

 

Por isso depois vem o Bullying nas escolas onde alguns meninos mal formados, porque a sociedade acha isto normal usam a palavra Autista como insulto, chamam aos que se enquadram no espectro e a outros Autistas como se  de um adjetivo insultuoso se tratasse.

E se uma Ministra da Saúde acha normal o uso deste termo como adjetivo  e até  acha que a culpa é das interpretações das pessoas, porque não perpetuar o estigma?

 E depois lançam-se decretos com a palavra inclusão no papel, que até fica muito bonito e os pais acham muito bem e a teoria é maravilhosa, mas depois não há recursos nem meios humanos e as crianças são deixadas à deriva.

 

O exemplo vem de cima e uma ministra de saúde não se pode dar ao luxo de dar estes maus exemplos.  Proferindo frases como” O Governo não é autista.”

Não, A Ministra NÂO VEIO A PÙBLICO PEDIR DESCULPAS. FEZ UM PEDIDO DE DESCULPAS PARTICULAR E  MANDOU RECADO PARA QUEM TIVESSE INTERPRETADO MAL AS SUAS PALAVRAS

E pedidos de desculpas particulares, não são pedidos de desculpas oficiais.

Por isso peço aos meus leitores e amigos da comunidade sapo sempre tão solidários e a favor da igualdade de todos que assinem e partilhem esta petição.

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Hoje neguei um abraço…

( e vocês sabem que eu adoro abraços)

 Foto retirada da internet com link de referência. Não sou eu, mas a imagem é como se fosse a minha hoje.

 

Hoje neguei um abraço e senti-me mal, muito mal. Pedi desculpa expliquei  e encolhi os braços e cruzei-os como se me abraçasse a mim própria , na realidade talvez o tivesse feito, porque não queria negar aquele abraço e disse que aquele abraço também era para aquelas meninas que corriam para mim ainda com aqueles sentimentos de infância que espalham e buscam afetos, que era como se abraçasse aquelas meninas que terminaram o 4º ano em casa, sem ver os colegas, sem se despedirem das professoras, a quem os afetos no espaço que agora as acolhe foram negados.

Tento sorrir com os olhos, mas queria ter dado aquele abraço porque é quem sou. A professora exigente,  a que ralha,  a que não lhes admite barulho, mas também a que lhes dá abraços e os trata por filhos, a que lhes levanta a voz quando é necessário, mas a que lhes dá a mão quando os vê sem chão. E doeu negar aquele abraço, ver a palavra rejeição estampada naqueles rostos de meninas que ainda agora entraram no quinto ano.


Mas expliquei o quanto me custou dizer que não e que lhes dizia que não para o bem delas.

Que tempos estes em que vivemos em que temos de negar os afetos que tão difícil  e raramente  nos são oferecidos na nossa profissão de docentes .

Fiquei a pensar que terei de reinventar os afectos, os abraços que ficam no ar, para que eu nnão volte a ver e a sentir estampado no rosto de uma criança a palavra rejeição.

Mas e se as abraçasse? Talvez nada de mal acontecesse e aquelas crianças fossem mais felizes na escola.

Mas e se… se algo corresse mal, se contraíssem o vírus mesmo que não fosse por mim,

Eu teria infringido as normas.

Contudo não consigo deixar de me perguntar como serão os adultos  do futuro a quem uma pandemia roubou os afetos?

 

Como hoje é um dia especial

Deixo aqui um convite

Dedico este blog a temas generalistas e partilho um com a filha como podem ver no perfil.Mas o meu blog pessoal e de família é onde celebro os momentos que me são especiais, até porque embora dedicado à família o dedico a um menino raro  e especial o meu filho mais novo.

Mas hoje o dia é meu e convido-vos a celebrar comigo aqui no meu blog de família.

 

Muito Obrigada Equipa Sapo e não só...

Pelo grande destaque

 Obrigada  pleo Grande Destaquue no dia 22 de Setembro.

 

regresso as aulas.jpg

Foi com supresa e agrado que vi o meu post  sobre Regresso às aulas em grande destaque.

Um grande obrigada à equipa Sapo e aos mais fiéis leitores do mundo que apesar das minhas ausências nunca deixam de acompnhar as novidades no meu blog, porque sabem que vale a pena.

O REGRESSO ÀS AULAS COMO PROFESSORA EM PLENO CENÁRIO DE COVID 19

Smartkids - Sala de aula

 O REGRESSO ÀS AULAS COMO PROFESSORA EM PLENO CENÁRIO DE COVID 19

Comecemos pelo início.

Receção- Distância de segurança impossível de cumprir. Logo no primeiro dia o São Pedro ou os fenómenos meteorológicos como preferirem, lembraram-se de mandar uma chuvinha, um ventinho , tudo  à mistura  e bem carregadinho , quiçá acharam que  era hora ideal da malta levar uma banhoca só para garantirem que alunos e professores entravam na escola bem lavadinhos e limpinhos e também os pais que aguardavam à porta sem qualquer distância de segurança, para a fila não percorrer três quilómetros, pelos menos assim lavadinhos pela chuva, pode ser que os Covids que ali apareceram tenham morrido afogados.

E como bónus a malta assim poupou uns cobres na lavagem dos carros, uma vez que o orçamento sofre sempre uns rombos nesta altura do ano.

Por isso peçam lá desculpa se se queixaram como eu, que como já viram isto foi a pensar no melhor. Desculpa lá São Pedro, desculpem lá Fenómenos meteorológicos!

 

Difícil, difícil, foi conseguir entrar na escola, como não trazia um Crachá a identificar professora, nem estava de pasta, mas sim de mochila, mandavam-me para a fila.” Olha esta a querer furar”, não disseram, mas os olhares eram reveladores.

 Sob a ameaça assustadora dos olhares furiosos dos guardiões dos meus futuros alunos lá tive de explicar” ouça eu tenho de entrar, porque se eu não entrar pode acontecer que não esteja lá nenhum professor para fazer a receção a uma das turmas”. Sob uma chuva de olhares ameaçadores que faziam feroz concorrência à chuva que emanava do céu lá me deixaram entrar.

 

Primeiro dia de aulas

Confesso que fiquei solidária com todas as crianças, todos os jovens que fizeram birras e com todos os pais e professores que como eu praguejaram por terem de estar na escola às oito da madrugada.  Assim como assim, espero que o Covid não goste de se levantar muito cedo.

 

 Na rua, antes da entrada das turmas mando alinhar com a distância de segurança, mas como terminaram o ano online, deve ser o motivo pelo qual não distinguem 35 cm de 2 de metros de distância e o provável excesso de queijo consumido durante o confinamento, faz com que se esqueçam imediatamente da distância de segurança assim que sobem a escadas, e de repente,há uma estraga de prazeres a tentar avisar “mantenham a distância de segurança” , mas a voz é abafada pela máscara e eles devem ter entendido “ Andam com a elegância de uma dança”.

Já na sala a distância entre as mesas é a possível em turmas de 26, 27, 28 alunos numa sala que se fosse uma loja só seria permitida a presença de dez pessoas no máximo. A janela e a porta abertas. E só me lembro em como sonhava em criança ir a um baile de máscaras.  Bem, ainda não dançámos, mas começar o ano assim estar a ser um baile…

 Durante as aulas e fora delas apercebo-me que este ano além dos ralhetes do costume, está quieto, está calado, não impliques com o teu colega, presta atenção, o telemóvel é para estar desligado, ainda acrescentei “A máscara é para ser usada acima do nariz” e “Não filho (a), não podes tirar a máscara”.

Das 8 às 17 h realizei o meu sonho de criança poder ir mascarada para a escola todos os dias e ainda melhor, por ter cinco turmas nesse dia,  ter de falar imenso, e ficar quase sem intervalos para garantir a saída em segurança dos alunos, acabei por ter de trocar “La Mask” três vezes  ( sim La Mask, porque agora,  se casaco comprido é trench coat e macacão é  Jumpsuit, roupeiro é closet, a máscara este acessório tão Inn em 2020, também merece uma nomenclatura chique).

Dessa forma, tal qual, uma Fashion Influencer do momento, pude exibir os meus diversos looks de “La Mask”  que condiziam com o mesmo outfit do dia.

E desde já aviso que a trend para  o início da semana foi patrocinada pelos estilistas do Ministério da Educação e será subordinado ao tema “ White is the New black”.

Já estava a arfar (sim arfar, porque estava quase com a língua de fora), ainda bem que dispensei a sombra e o batom, porque um roxo natural estava a começar a invadir-me as pálpebras e os lábios, prestes a alucinar com ambulâncias e máscaras respiratórias, quando percebi que já podia ir para casa.

Agora é só desejar um bom ano e afastar os pensamentos de poder ganhar na lotaria das escolas a reserva de um quarto com lençóis brancos decorados com logotipo da Brand de qualquer um dos “Hotéis” de cinco estrelas da DGS

 Bom ano letivo 2020/21

imagem retirada da net com link de referência.

Pandemerda

um post que não é politicamente correto

 

Desculpem o palavrão, mas ultimamente já não posso ouvir falar desta mer… de Pandemia daí nascer este termo.

Não as pessoas não saíram melhores disto, nem vão sair, isto é uma pandemia, não um milagre é exatamente o oposto.

 Não a Pandemia não nos veio mostrar a miséria que já havia, há e ainda haverá infelizmente no mundo, se não o sabias é porque és  não tens a capacidade de ver a realidade do quotidiano ou fechas os ouvidos ao que se passa à tua volta, ou vives alienado da realidade.

 

 Não, não há “Novo normal” porque nada disto é normal. Não é normal filhos não poderem visitar pais no Hospital.

Não é normal que mulheres sejam privadas do seu companheiro, marido, namorado o nome que lhe quiserem dar na hora de parir.

Não é normal que tenhamos medo do regresso dos nossos filhos à escola.

Não é normal que os afectos sejam negados.

Não é normal que as pessoas andem cheias de medo dos vírus e “caguem” máscaras na rua a torto e a direito desculpem o termo, mas é o adequado para quem faz merda e é o que fazem as pessoas deitam as máscaras na rua.

Não é normal que andem de máscara para se protegerem e não respeitem as distâncias de segurança bem marcadas no chão dos supermercados.

Não é normal que o parque onde o meu filho adorava brincar esteja fechado.

Novo normal o tanas… para não dizer pior

Se me disserem a nova realidade, infelizmente terei de concordar

Mas nada disto é normal!!!!!!!!! Acordem!!!!!!!

Estou farta desta Pandemerda mas ainda mais farta da falta de bom senso das pessoas que não percebem que se não nos respeitarmos uns aos outros, esta nova realidade será tudo menos normal!

 

Foto retirada daqui com link de referência.

Quem é a cozinheira?

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Espreitar no caldeirão.

 

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