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Sopa De letras

Vinha à procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

Vinha à procura de sopa? Aqui há , mas só de letras! Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora.

Autismo não é adjetivo!

E passo a Explicar!

AUTISMO NÃO É ADJECTIVO

É com profunda tristeza que vejo que a sociedade acha normal que se use o termo autista como adjetivo. Parafraseando alguém que partilha da mesma linha de ideias que eu "... tivesse a ministra utilizado expressões como ​“gay” ou “negro” com a mesma conotação com que utilizou “autista”, e já teríamos partidos aos gritos na Assembleia da República, associações a marcar marchas e protestos, gente a rasgar as vestes nas ruas e as redes sociais inflamadas. E, sim, tudo isto seria compreensível.”  Eu acrescento ainda e se a Ministra tivesse dito este governo não é canceroso? Quantos protestos já teria havido? E acho ,muito bem que assim fosse.

Mas, autista, ah esta gente ofende-se por tudo, não é?

Não, não é disso que se trata e passo a explicar.

Mas que mal tem usar autista como adjetivo?

Começa pelo normalizar o estigma e o preconceito. O conhecimento que a grande maioria tem do Autismo é o filme “Rainman”, mas o Autismo é um espectro, um transtorno sensorial que abrange desde autistas dotados e génios, aos mais leves e aos mais severos.

Passa a ideia errada de que não vivem neste mundo. Todos vivem neste mundo, mesmo os que têm um autismo mais severo. O seu transtorno por vezes impossibilita-lhes a comunicação.

 

Por isso depois vem o Bullying nas escolas onde alguns meninos mal formados, porque a sociedade acha isto normal usam a palavra Autista como insulto, chamam aos que se enquadram no espectro e a outros Autistas como se  de um adjetivo insultuoso se tratasse.

E se uma Ministra da Saúde acha normal o uso deste termo como adjetivo  e até  acha que a culpa é das interpretações das pessoas, porque não perpetuar o estigma?

 E depois lançam-se decretos com a palavra inclusão no papel, que até fica muito bonito e os pais acham muito bem e a teoria é maravilhosa, mas depois não há recursos nem meios humanos e as crianças são deixadas à deriva.

 

O exemplo vem de cima e uma ministra de saúde não se pode dar ao luxo de dar estes maus exemplos.  Proferindo frases como” O Governo não é autista.”

Não, A Ministra NÂO VEIO A PÙBLICO PEDIR DESCULPAS. FEZ UM PEDIDO DE DESCULPAS PARTICULAR E  MANDOU RECADO PARA QUEM TIVESSE INTERPRETADO MAL AS SUAS PALAVRAS

E pedidos de desculpas particulares, não são pedidos de desculpas oficiais.

Por isso peço aos meus leitores e amigos da comunidade sapo sempre tão solidários e a favor da igualdade de todos que assinem e partilhem esta petição.

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Hoje neguei um abraço…

( e vocês sabem que eu adoro abraços)

 Foto retirada da internet com link de referência. Não sou eu, mas a imagem é como se fosse a minha hoje.

 

Hoje neguei um abraço e senti-me mal, muito mal. Pedi desculpa expliquei  e encolhi os braços e cruzei-os como se me abraçasse a mim própria , na realidade talvez o tivesse feito, porque não queria negar aquele abraço e disse que aquele abraço também era para aquelas meninas que corriam para mim ainda com aqueles sentimentos de infância que espalham e buscam afetos, que era como se abraçasse aquelas meninas que terminaram o 4º ano em casa, sem ver os colegas, sem se despedirem das professoras, a quem os afetos no espaço que agora as acolhe foram negados.

Tento sorrir com os olhos, mas queria ter dado aquele abraço porque é quem sou. A professora exigente,  a que ralha,  a que não lhes admite barulho, mas também a que lhes dá abraços e os trata por filhos, a que lhes levanta a voz quando é necessário, mas a que lhes dá a mão quando os vê sem chão. E doeu negar aquele abraço, ver a palavra rejeição estampada naqueles rostos de meninas que ainda agora entraram no quinto ano.


Mas expliquei o quanto me custou dizer que não e que lhes dizia que não para o bem delas.

Que tempos estes em que vivemos em que temos de negar os afetos que tão difícil  e raramente  nos são oferecidos na nossa profissão de docentes .

Fiquei a pensar que terei de reinventar os afectos, os abraços que ficam no ar, para que eu nnão volte a ver e a sentir estampado no rosto de uma criança a palavra rejeição.

Mas e se as abraçasse? Talvez nada de mal acontecesse e aquelas crianças fossem mais felizes na escola.

Mas e se… se algo corresse mal, se contraíssem o vírus mesmo que não fosse por mim,

Eu teria infringido as normas.

Contudo não consigo deixar de me perguntar como serão os adultos  do futuro a quem uma pandemia roubou os afetos?

 

Como hoje é um dia especial

Deixo aqui um convite

Dedico este blog a temas generalistas e partilho um com a filha como podem ver no perfil.Mas o meu blog pessoal e de família é onde celebro os momentos que me são especiais, até porque embora dedicado à família o dedico a um menino raro  e especial o meu filho mais novo.

Mas hoje o dia é meu e convido-vos a celebrar comigo aqui no meu blog de família.

 

Muito Obrigada Equipa Sapo e não só...

Pelo grande destaque

 Obrigada  pleo Grande Destaquue no dia 22 de Setembro.

 

regresso as aulas.jpg

Foi com supresa e agrado que vi o meu post  sobre Regresso às aulas em grande destaque.

Um grande obrigada à equipa Sapo e aos mais fiéis leitores do mundo que apesar das minhas ausências nunca deixam de acompnhar as novidades no meu blog, porque sabem que vale a pena.

O REGRESSO ÀS AULAS COMO PROFESSORA EM PLENO CENÁRIO DE COVID 19

Smartkids - Sala de aula

 O REGRESSO ÀS AULAS COMO PROFESSORA EM PLENO CENÁRIO DE COVID 19

Comecemos pelo início.

Receção- Distância de segurança impossível de cumprir. Logo no primeiro dia o São Pedro ou os fenómenos meteorológicos como preferirem, lembraram-se de mandar uma chuvinha, um ventinho , tudo  à mistura  e bem carregadinho , quiçá acharam que  era hora ideal da malta levar uma banhoca só para garantirem que alunos e professores entravam na escola bem lavadinhos e limpinhos e também os pais que aguardavam à porta sem qualquer distância de segurança, para a fila não percorrer três quilómetros, pelos menos assim lavadinhos pela chuva, pode ser que os Covids que ali apareceram tenham morrido afogados.

E como bónus a malta assim poupou uns cobres na lavagem dos carros, uma vez que o orçamento sofre sempre uns rombos nesta altura do ano.

Por isso peçam lá desculpa se se queixaram como eu, que como já viram isto foi a pensar no melhor. Desculpa lá São Pedro, desculpem lá Fenómenos meteorológicos!

 

Difícil, difícil, foi conseguir entrar na escola, como não trazia um Crachá a identificar professora, nem estava de pasta, mas sim de mochila, mandavam-me para a fila.” Olha esta a querer furar”, não disseram, mas os olhares eram reveladores.

 Sob a ameaça assustadora dos olhares furiosos dos guardiões dos meus futuros alunos lá tive de explicar” ouça eu tenho de entrar, porque se eu não entrar pode acontecer que não esteja lá nenhum professor para fazer a receção a uma das turmas”. Sob uma chuva de olhares ameaçadores que faziam feroz concorrência à chuva que emanava do céu lá me deixaram entrar.

 

Primeiro dia de aulas

Confesso que fiquei solidária com todas as crianças, todos os jovens que fizeram birras e com todos os pais e professores que como eu praguejaram por terem de estar na escola às oito da madrugada.  Assim como assim, espero que o Covid não goste de se levantar muito cedo.

 

 Na rua, antes da entrada das turmas mando alinhar com a distância de segurança, mas como terminaram o ano online, deve ser o motivo pelo qual não distinguem 35 cm de 2 de metros de distância e o provável excesso de queijo consumido durante o confinamento, faz com que se esqueçam imediatamente da distância de segurança assim que sobem a escadas, e de repente,há uma estraga de prazeres a tentar avisar “mantenham a distância de segurança” , mas a voz é abafada pela máscara e eles devem ter entendido “ Andam com a elegância de uma dança”.

Já na sala a distância entre as mesas é a possível em turmas de 26, 27, 28 alunos numa sala que se fosse uma loja só seria permitida a presença de dez pessoas no máximo. A janela e a porta abertas. E só me lembro em como sonhava em criança ir a um baile de máscaras.  Bem, ainda não dançámos, mas começar o ano assim estar a ser um baile…

 Durante as aulas e fora delas apercebo-me que este ano além dos ralhetes do costume, está quieto, está calado, não impliques com o teu colega, presta atenção, o telemóvel é para estar desligado, ainda acrescentei “A máscara é para ser usada acima do nariz” e “Não filho (a), não podes tirar a máscara”.

Das 8 às 17 h realizei o meu sonho de criança poder ir mascarada para a escola todos os dias e ainda melhor, por ter cinco turmas nesse dia,  ter de falar imenso, e ficar quase sem intervalos para garantir a saída em segurança dos alunos, acabei por ter de trocar “La Mask” três vezes  ( sim La Mask, porque agora,  se casaco comprido é trench coat e macacão é  Jumpsuit, roupeiro é closet, a máscara este acessório tão Inn em 2020, também merece uma nomenclatura chique).

Dessa forma, tal qual, uma Fashion Influencer do momento, pude exibir os meus diversos looks de “La Mask”  que condiziam com o mesmo outfit do dia.

E desde já aviso que a trend para  o início da semana foi patrocinada pelos estilistas do Ministério da Educação e será subordinado ao tema “ White is the New black”.

Já estava a arfar (sim arfar, porque estava quase com a língua de fora), ainda bem que dispensei a sombra e o batom, porque um roxo natural estava a começar a invadir-me as pálpebras e os lábios, prestes a alucinar com ambulâncias e máscaras respiratórias, quando percebi que já podia ir para casa.

Agora é só desejar um bom ano e afastar os pensamentos de poder ganhar na lotaria das escolas a reserva de um quarto com lençóis brancos decorados com logotipo da Brand de qualquer um dos “Hotéis” de cinco estrelas da DGS

 Bom ano letivo 2020/21

imagem retirada da net com link de referência.

Pandemerda

um post que não é politicamente correto

 

Desculpem o palavrão, mas ultimamente já não posso ouvir falar desta mer… de Pandemia daí nascer este termo.

Não as pessoas não saíram melhores disto, nem vão sair, isto é uma pandemia, não um milagre é exatamente o oposto.

 Não a Pandemia não nos veio mostrar a miséria que já havia, há e ainda haverá infelizmente no mundo, se não o sabias é porque és  não tens a capacidade de ver a realidade do quotidiano ou fechas os ouvidos ao que se passa à tua volta, ou vives alienado da realidade.

 

 Não, não há “Novo normal” porque nada disto é normal. Não é normal filhos não poderem visitar pais no Hospital.

Não é normal que mulheres sejam privadas do seu companheiro, marido, namorado o nome que lhe quiserem dar na hora de parir.

Não é normal que tenhamos medo do regresso dos nossos filhos à escola.

Não é normal que os afectos sejam negados.

Não é normal que as pessoas andem cheias de medo dos vírus e “caguem” máscaras na rua a torto e a direito desculpem o termo, mas é o adequado para quem faz merda e é o que fazem as pessoas deitam as máscaras na rua.

Não é normal que andem de máscara para se protegerem e não respeitem as distâncias de segurança bem marcadas no chão dos supermercados.

Não é normal que o parque onde o meu filho adorava brincar esteja fechado.

Novo normal o tanas… para não dizer pior

Se me disserem a nova realidade, infelizmente terei de concordar

Mas nada disto é normal!!!!!!!!! Acordem!!!!!!!

Estou farta desta Pandemerda mas ainda mais farta da falta de bom senso das pessoas que não percebem que se não nos respeitarmos uns aos outros, esta nova realidade será tudo menos normal!

 

Foto retirada daqui com link de referência.

DICA INFALÍVEL PARA MANTER O DISTANCIAMENTO SOCIAL.

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Na fila do Aldi uma senhora quase em cima de mim. Peço ao meu marido ao meu lado para darmos um passo em frente. Ele pergunta porquê? E eu respondo" porque tenho gente que não conheço de lado nenhum em cima de mim e a única pessoa que gosto em cima de mim és tu. "

Foi remédio santo a partir daí a senhora cumpriu a distância de segurança

As Curgetes do Japão

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Afinal os fenómenos não se encontram no Entroncamento, mas sim no café da Vera Lúcia no centro comercial Japão em Massamá, como é conhecido por nós há muitos anos. 

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E claro, não resisiti a uma foto com um fenómeno.

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A seguir , como isto de ser da terra dos fenómenos e não ter fenómenos para mostrar não podia ser, a sorte bafejou-me e no Supermercado Japão ( agora é Amanhecer, mas todos o tratam pelo nome antigo) encontrei uma digna de fazer frente à da minha amiga, mais pequena é certo, mas ainda assim digna de um duelo de curgetes. E além de Curgetes gigantes este supermercado tem as melhores batatas do mundo, legumes muito fresquinhos e fruta muito saborosa.

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E como podem verificar aqui estamos nós em alegre duelo de curgetes.

Já agora uma dica que nada tem a ver com curgetes no café da Vera Lúcia , encontram os melhores salgadinhos do mundo, feitos por ela, eu é que não posso comê-los, se não deixo de caber nas portas. Mas vão lá, vêm a a mega curgete e provam os salgadinhos

Direito à vida

Quando se tem problemas de ansiedade por vezes  afastarmo-nos do que nos faz mal ver e ouvir ajuda.

 Evitar ver notícias ou filmes violentos, mas por vezes é inevitável que as notícias cheguem até nós.

Todas as pessoas independentemente do seu sexo, da sua etnia, cor, idade, condição social, orientação sexual têm direito à vida.

Que mundo é este onde quem devia proteger mata?

Crianças que morrem às  mãos dos pais que as deviam amar e proteger.

Uma jovem que morre às mãos de quem diz que a amava. Como tantas outras mulheres a quem  fizeram juras de amor eterno (ou seria de amor de inferno? )

 

Um homem, morre de forma assassinado de forma brutal por aqueles que têm o dever de defender e  proteger os outros, pelo único crime de não lhes agradar o tom da pele?????

Uma criança é assassinada dentro de sua casa, pelas forças que a deviam defender e proteger, só porque  tem o tom errado de pele  e vive no lado errado do seu país?

Que mundo é este onde vivemos, onde em pleno século XXI deixamos centenas pessoas à deriva no Mediterrâneo sem lhes darem uma chance de recomeçar?

Que mundo é este onde crianças morrem diariamente de fome , maus tratos e da Guerra?

Não é este o mundo que eu quero para os meus filhos. 

E sim eu faço a minha pequena gota de água neste oceano de injustiça, educo para o afeto, para a igualdade, parar a solidariedade, para a inclusão, para a empatia.

E tento que a mensagem perdure nos meus filhos e nos meus filhos emprestados como chamo aos meus alunos.

Todas as pessoas são únicas, toda  a vida é  valiosa, não importa sexo, etnia, cor, idade, condição social, orientação sexual ou religião.

E não, não me venham dizer que a Pandemia nos tornou pessoas melhores, pelo contrário só veio agravar desigualdades.

Esta é só a minha opinião, mas quero um mundo melhor para os meus filhos e para os filhos que um dia eles possam ter.

Imagem retirada da net com link de referencia.

Vamos Continuar a servir sopas de Letras

A pedido de alguém especial.

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A falta de tempo  de gerir vários blogs e o cansaço acumulado por várias contingências especiais, levram.me a uma reflexão se devia pedir a fusão do Sopa de Letras com outro dos meus blogues, mas o meu marido  sugeriu-me que não o fizesse e que não acabasse com o meu Sopa de Letras, por isso mesmo que só esse alguém especial seja a pessoa a quem vou servir Sopa de Letras, o meu primeiro blogue aqui no sapo, com as memórias do Euro 2004, com os primeiros desabafos sobre a Bá , com os meus contos e os meus devaneios ou desabafos vai continuar.

Mais que não seja, porque a Alfa é o meu alter ego de alguém que para além de mãe, é também uma pessoa, uma mulher,  um alguém que apesar de amar a maternidade, é muito mais que mãe. Alguém a quem as letras lhe fazem cócegas nos dedos, na mente, no coração. Alguém que gosta de fotografar com o olhar e com a  sua Câmara, que gosta de brincar com os pincéis e colorir a vida com um olhar menina /Mulher.

Não pretendo comparar-me a Pessoa, até porque a Alfa não é um heterónimo distinto da minha personalidade, é uma das minhas muitas facetas de mulher, de pessoa, do meu eu

E eu poderia guardar os devaneios da Alfa para mim, “podia” mas não era a mesma coisa.

Vou apenas informar que vou associar o Instagram daqui ao da Mamã Gansa, porque afinal eu e ela somos a mesmíssima pessoa apenas em facetas distintas da minha personalidade.

E quem quiser é bem a meter a colher neste caldeirão, sem precisar de máscara, gel desinfetante ou dois metros distância.

 

Ilustração de minha autoria sendo apenas um rabisco de uma ideia.Mais um devaneio da Alfa.

Quem é a cozinheira?

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Espreitar no caldeirão.

 

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