Letras atiradas ao acaso saídas de uma Caixinha de Pandora
Domingo, 16 de Março de 2008
Para a minha Barbarita pelas suas 3 Primaveras

Quando penso, no teu nascimento, só me vem a cabeça a letra da canção, “ what a diference a day makes twenty four liltlle hours?”. Pois hoje faz três anos que vivi as 24 horas pequeninas mais longas da minha vida e percebi que um dia faz diferença para o resto da vida. Faz hoje três anos que eu finalmente te tive nos meus braços. Nasceste às 17h30,pesavas 3,015 e medias 47 cm. Eras tão pequenina e já estás tão crescida!!! Foste pontual e chegaste quando estavas prevista, deixando-me fazer tudo o que queria antes de nasceres. Foste uma linda.

 

 O parto foi complicado pelas situações que o rodearam, mas tu vinhas com uma férrea de conhecer o mundo e facilitaste-me a vida, pois em hora e meia estavas cá fora e eu olhei para ti e disse: é linda, parece-se comigo quando nasci. E era verdade, mas acho que és mais bonita. Hoje como diz a letra da música daquele cantor que te embalou nas nossas viagens,” sei de cor cada traço do teu rosto” e recordo com saudade cada momento que partilhei contigo. Não lamento o pó por limpar, a casa por aspirar, a roupa acumulada por passar. Não lamento o caos e a confusão e as noites por dormir. Lamento apenas cada momento teu que eu perdi, cada conquista que não assisti.

 

 És uma menina sensível, meiga, carinhosa, inteligente e determinada com uma personalidade muito forte e muito particular que me dá muitas dores de cabeça, mas que na verdade me dá muito orgulho. Neste três anos alegrei-me com coisas tão simples que jamais imaginava a alegria que traziam. Alegrei-me quando vi que te viravas sozinha aos três meses, com cada um dos teus sorrisos, com as tuas primeiras gargalhadas. Com as tuas “tarataruguinhas” como eu chamava às tuas cambalhotas para te virares toda, Com o som do teu palrar. Quando gatinhaste e falaste com seis meses. Com os primeiros beijos babados, com os primeiros gosto muito de ti mãe. Fui a mãe mais feliz do mundo quando te fui buscar à tua ama, tinhas sete meses e fizeste o sorriso mais lindo do mundo a dizer: “Oiá mãe! Oiá mãe!” Fui a mãe mais babada do mundo quando a tua primeira ama me disse que em 14 anos de ama nunca tinha visto bebé tão esperto. Delirei de felicidade cada vez que me diziam que eras linda.

 

Gosto tanto de ti filha que até dói. Nunca pensei que amor de mãe fosse assim tão grande por um ser tão pequenino que gerei dentro de mim. E cada adia que passa é uma caixinha de surpresas. O tempo passou tão depressa. Ès vaidosa, meiga, muito senhora do se nariz. Adoras cantar e dançar. Gostas de passear, de conduzir o volante, de jogar à bola, brincar ao Baby chef na cozinha. Tens uma imaginação do tamanho do mundo e um coração de ouro. Dás os beijos mais doces e os abraços mais carinhosos que eu já conheci. És uma reguila de primeira ordem: minha pequena Bárbara. Mas foste a melhor coisa que fiz na vida!!!! Foi uma honra gerar um ser humano lindo como tu.

 

Que a vida te sorria filha. E obrigada por colorires os meus dias de felicidade. Obrigada por me devolveres a inocência da infância e a pureza dos sentimentos de uma criança. Obrigada por me teres dado a honra de ser mãe e por três anos de pura magia….

 

Parabéns filha! Parabéns princesa. Muitas felicidades da tua mãe e do teu pai que te adoram

 

(texto publicado no meu blog de mamã)

sinto-me: por ti filha e muito comovida

Sopa servida Alfa às 17:30
Receita da sopa | Meta a colher | Esta sopa é deliciosa
|

2 comentários:
De Vera Carvalho a 17 de Março de 2008 às 23:40
E quando uma mãe se orgulha assim, é porque tem razões para isso.
Amiga, dá um beijinho à tua filhota por mim e mesmo atrasado vai carregado de carinhooo!
Beijosss


De Alfa a 18 de Março de 2008 às 01:20
Olá! Que bom encontrar-te aqui.Os parabéns estão perfeitamente a horas. Obrigada. Beijinhos


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